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  • Ana Clara Lemos

    Ana Clara Lemos

    Sou pintora, gravadora e artista urbana, atualmente moro no Rio de Janeiro, Brasil, cidade na qual nasci e cresci. Minha paixão é a impressão, trabalho e pesquiso vários processos diferentes e possibilidades dentro da impressão. Gosto muito do manual feito um a um, meu trabalho busca os momentos, celebra os detalhes e instantes. Gosto de explorar o olhar das coisas, e a forma como elas podem ser encaradas. Tenho uma curiosidade enorme e por isso estou sempre me propondo desafios novos, novos materiais e novas técnicas. 

    Em 2020 consolidei uma das minhas vontades, poder produzir serigrafia no meu Atelier e mergulhar nessa técnica. Montei sozinha todo o equipamento para queima, preparação e impressão serigráfica e criei o Tinta Atelier Gráfico. Desde então tenho tido ainda mais liberdade de me aventurar, criando estampas, cartões postais, adesivos e prints focada mais nas minhas próprias ideias e criações.

  • Laila Terra

    Laila Terra

    Laila Terra possuí Bacharelado em Pintura no Departamento de Artes Visuais da Universidade de São Paulo e mestrado em poéticas visuais, Departamento de artes visuais, Universidade de São Paulo. Atualmente é doutoranda em Processos e Procedimentos Artísticos no Instituto de Artes da Universidade do Estado de São Paulo – UNESP. Profissionalmente atua como artista visual e pesquisadora, possui obras em acervos do Brasil e do mundo, como o acervo do Banco Mundial, EUA e o acervo do MAM – Rio de Janeiro, Brasil. Nos últimos anos participou de importantes mostras nacionais e internacionais, entre elas, 7 Bienal do Mercosul, Brasil; 7th Graphic Art Biennial of Szeklerland, Romênia; Rumos Artes Visuais, Brasil; Programa de Arte do Banco Mundial, EUA; Programa de exposições Paço das Artes, Brasil; Galeria Luis Adelantado, Espanha, entre outros. 

    Em 2013 em conjunto com o artista Renzo Assano, dedicou-se à construção de uma casa-ateliê (Ubatuba/SP) de aço, que utiliza técnicas sustentáveis e dialoga com a Mata Atlântica. A construção levou três anos e foi feita pelas próprias mãos dos artistas. A obra virou objeto de pesquisa em sua tese de mestrado. É co-fundadora do grupo feminista GOMA e do heterônimo feminista “A”. Em 2023 publicou o jogo “CULTIVE” pela editora MeepleBr.

    Crédito da foto: Renzo Assano

  • Elaine Arruda

    Elaine Arruda

    Mulher lésbica, nortista e amazônida. Artista visual e professora. Desde 2019 integra o corpo docente da Universidade Federal do Pará (UFPA), lecionando nos cursos de licenciatura e bacharelado em artes visuais. Doutora em Artes pela ECA-USP, instituição onde também obteve o título de mestre. Realizou parte do doutoramento na Université Paris 8, através de intercâmbio acadêmico financiado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). 

    Sua produção transita entre a gravura, instalação e projetos de arte pública. Fundadora dos coletivos Atelier do Porto e Aparelho, possui uma trajetória fortemente marcada por ações colaborativas e articulações institucionais. Artista representada pela Galeria Izabel Pinheiro (SP), Act on Art (Paris) e The House of Arts (Miami). Em sua trajetória, participou de exposições nacionais e internacionais, dentre elas : The Collective Exhibition II (2024), Miami, USA; Chromatica, durante a Artbasel Miami 2022, na Galeria THOA ; Brésil trois points, no Bateau Lavoir, em Paris. Biennale Internationale de la Gravure, em Sarcelles, França. Estampe Amazonienne, no Centro Artístico Engramme, em Québec. No Brasil, destaca-se o convite para a mostra Cheio de Vazio, que ocorreu no Institito Tomie Ohtake, em São Paulo, com curadoria de Paulo Miyada. Além de exposições no CCSP, Goethe-Institut de Porto Alegre e Salão Arte Pará.

    Crédito da foto: Raoni Vale

  • Adriana Moreno

    Adriana Moreno

    Adriana Moreno é artista, pesquisadora e professora, doutoranda em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo (USP), onde sua prática e pesquisa se aprofundam na estampa como “campo expandido”, explorando as camadas de tempo e os códigos de representação da natureza e cultura. Durante sua formação, participou de residências artísticas, como o Tamarind Institute of Lithography (Albuquerque, EUA), ENSA-DIJON (Dijon, França), Verpejos residency (Kabelių, Lituânia) e La Ceiba Gráfica (Coatepec, México). Adriana participou de diversas exposições, incluindo a Église Saint-Philibert (Dijon, França, 2024), o Centro Universitário Mariantonia, Galeria Pilar, CCSP e MARP.

    Crédito das fotos: Bruno Moya Fenart

  • Ana Takenaka

    Ana Takenaka

    Ana Takenaka (São Bernardo do Campo – SP, 1987) é artista e educadora graduada pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Na sua prática pesquisa o desenho, o reconhecendo como linguagem primordial inerente ao desenvolvimento humano, e sua inter-relação com outras linguagens como a gravura em metal; através da qual reflete sobre a coexistência de diferentes realidades, aquilo que está “entre” (in-between). Em 2022 foi vencedora do 10th Anniversary Award –  Art Print Residence, Barcelona/ES.

  • Kika Levy

    Kika Levy

    Nasceu em São Paulo, em 1963. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
    É formada em Desenho Industrial pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) em 1985 e pós-graduada em Artes Plásticas pela FASM (Faculdade Santa Marcelina) em 2000. Kika Levy expande as possibilidades da gravura em um processo contínuo de experimentação que abandona a clausura da perfeição, do padrão de cores e verossimilhança entre os componentes de uma série. Adotando um fazer contínuo, em que acolhe o erro, o acaso e o desvio de caminho, a artista constrói um grande corpo de sobreposições de imagens, resíduos de impressões, recortes e sobras em uma obra que se consolida em constante mutação. Desde 2008, coordena cursos de gravura em metal na Oficina Cultural Oswald de Andrade. De 2010 a 2013 coordenou workshops e cursos de gravura no Sesc Pompéia e Sesc Belenzinho. Possui obras em coleções como a do MAC-RS (Brasil) e da Bibliotheca Alexandrina (Egito). Participa regularmente de exposições no Brasil e exterior.
    Crédito da foto: Nina Levy

  • Helena Lopes

    Helena Lopes

    A artista Helena Lopes, nasceu em São Paulo-SP, em 1941.

    Em 1973, foi para Brasília, onde trabalha e reside. Em 1984, gradua-se em artes pela Universidade de Brasília. Foi bolsista de aperfeiçoamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico – CNPq, na pesquisa Cerrado: fonte geradora de imagens em gravura em metal, de 1986 a 1990, com orientação da professora Cathleen Sidki. Entre 1990 e 2015, respondeu pelo Atelier Revisão da Gravura, escritório dedicado à divulgação e comercialização da gravura, participando de feiras e organizando eventos coletivos com artistas de todo país. Em 2015, encerrou as atividades do Atelier Revisão da Gravura. Passou a se dedicar à produção autoral e à pesquisa de suportes, materiais naturais, pigmentos à base de terra e sementes do cerrado. Incorporou em seu trabalho a fotografia de calçadas e do chão por onde caminhava, que se ampliou para a pesquisa digital. As provocações da tecnologia e da arte contemporânea levaram a artista a se reposicionar esteticamente.
    Em 2020, reabriu o espaço ao público de artistas e outras pessoas interessadas em arte, que passou a se denominar Atelier Helena Lopes, onde organizou o projeto de Desenvolvimento Poético para artistas Visuais. Trata-se de uma experiência de troca de conhecimentos, onde são propostas investigações sobre como transformar em poética o que nos atravessa, o que nos move a fazer arte, a apreciar arte, a escolher entre ser arrastado pelo bombardeio de informações que nos atinge em tempo integral ou buscar a contemplação e reflexão proporcionadas pela arte.

  • Renata Basile

    Renata Basile

    1962, Casa Branca/SP. Vive e trabalha em São Paulo.
    Artista com Graduação em Artes Plásticas pela FAAP. Estudou com Evandro Jardim, Regina Silveira e Carlos FajardoTem experiência no campo da gravura, com ênfase nos processos de gravação e multiplicação de imagens, atuando em exposições e ministrando cursos no sistema Sesc e em seu ateliê.
    Em seu repertório poético, compõe padrões geométricos a partir da linha orgânica gravada em matrizes de cobre. A repetição e modulação enfatizam a geometria em movimentos de instabilidade e equilíbrio. A pesquisa formal se fundamenta na multiplicação, intrínseca ao processo da gravura, que se desdobra e vibra na superfície do plano gráfico.
    Através de um complexo reordenamento visual, ressignifica imagens sobrepondo camadas e construindo tramas em uma caligrafia própria. Tira partido do efeito óptico gráfico, pelo uso da cor e pelo deslocamento e cruzamento de linhas, resultando em geometrias ao mesmo tempo, rigorosas e sensíveis.

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